Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

Placa de alerta para radares não é mais obrigatória

Nova resolução do Contran permite a instalação do equipamento sem aviso.
Radares móveis agora podem ser instalados em qualquer ponto de rodovias.

radar eletrônico (Foto: Genésio Vieira/PRF-PB)
Placas indicativas de radares eletrônicos não são
mais obrigatórias
Vias urbanas e rodovias não são mais obrigadas a ter placas de alerta para a existência de radares fixos e móveis. Uma nova resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), já em vigor desde quinta-feira (22), derruba a exigência existente desde 2006. No entanto, os equipamentos de fiscalização não podem ficar escondidos.
A norma do Contran mudou ainda a exigência de estudo prévio para radares móveis em rodovias. Agora, qualquer ponto pode ser fiscalizado. Além disso, tais aparelhos podem ser instalados mesmo em trechos de rodovias sem sinalização da velocidade máxima permitida.
O argumento da mudança é a redução do número de acidentes, já que muitos motoristas aproveitavam o aviso dos radares para ultrapassar a velocidade máxima permitida em pontos não cobertos pelo equipamento.
A obrigatoriedade das placas foi exigida até 2003, quando uma resolução suspendeu a regra, que só passou a vigorar novamente há cinco anos.

Com opção de tração só dianteira, Ford Edge parte de R$ 119,9 mil

Preço é pré-IPI; versão topo de linha vai oferecer os 2 tipos de tração.
Linha 2012 do crossover também tem sistema multimídia em português.

A Ford apresentou nesta terça-feira (6) o crossover Edge 2012, que teve pré-venda aberta no último dia 23, custando entre R$ 119.900 e R$ 147.000. A montadora avisa que, em tais valores, não está embutida a nova alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que passará a valer no próximo dia 16. Após essa data, a manutenção desses preços vai depender da disponibilidade em estoque.
Com o IPI atual, a Ford importou 2 mil unidades do Canadá, onde o veículo é fabricado. Os carros, no entanto, serão entregues somente em janeiro. Com o novo IPI, o reajuste dos preços deverá ser de 5%, diz a Ford.
    ford edge 2012 (Foto: Divulgação)
    Ford Edge manteve o visual na linha 2012
O preço de entrada refere-se à versão SEL com tração dianteira, um dos recursos estreantes na linha 2012. Até então, o Edge só era disponibilizado com tração integral. Na sequência vem a configuração Limited, também com tração somente dianteira, por R$ 133.000, valor que sobe para R$ 142.000 com a inclusão de teto panorâmico. Os modelos com tração integral ficam reservados à versão Limited e custam R$ 138.000 e R$ 147.000, respectivamente, sem e com teto solar.
ford edge 2012 (Foto: Divulgação)
Sistema multimídia agora é em português
 Além da tração dianteira que, segundo a Ford garante mais agilidade e menor consumo de combustível, o Edge ganhou melhorias internas. Uma das queixas dos proprietários do atual modelo é a oferta do Microsoft Sync somente em inglês, espanhol e francês. Na linha 2012, o sistema multimídia (que permite operar telefone, GPS, sistemas de entretenimento e climatização) agora conversa com os usuários em português "brasileiro".
No habitáculo, a cor cinza (exclusiva da versão Limited) ficou mais escura; a SEL continua  em preto. O banco do passageiro passa a contar com ajuste elétrico de 10 posições, antes restrito ao banco do motorista.
Por fora, o visual permanece o mesmo, assim como as rodas. A linha 2012 passa a oferecer 3 novas opções de cores de pintura: cinza Oregon, vermelho Turim e azul Sevilha.
Em relação à motorização, o Edge continua equipado com o Duratec 3.5 litro V6, de 289 cavalos e torque de 34 kgfm, combinado com o mesmo câmbio automático de 6 velocidades.

Volkswagen mostra outra versão de 'Kombi' moderna, que anda sozinha

Protótipo eT! tem motor elétrico e comando semiautomático.
Motorista pode conduzir o veículo até sentado no banco do passageiro.

A Volkswagen apresentou  o conceito eT!, um comercial leve com motor elétrico e comando semiautomático. É uma espécie de versão moderna da Kombi; uma outra, chamada Bulli, já havia sido mostrada em março passado, no Salão de Genebra.
volkswagen van eT (Foto: Divulgação)
Protótipo eT foi pensado para uso dos correios
O eT! poderia, segundo a montadora alemã, seguir sozinho o motorista, enquanto ele vai de casa em casa fazer entregas, por exemplo. Ou ir até ele, por meio de um sistema chamado Come to me (Venha até mim, em inglês). O condutor também pode manejar o veículo sentado no banco do carona, por meio de uma barra acoplada ao volante, o que pode poupar o tempo que a pessoa gastaria dando a volta no veículo, explica a Volkswagen.
volkswagen van eT (Foto: Divulgação)
Barra acoplada ao volante permite dirigir veículo no lado do passageiro
volkswagen van eT (Foto: Divulgação)
Veículo ainda é conceito, mas pode inspirar futuro comercial leve da marca
 O carro poderá ser utilizado para o transporte de diversos tipos de produtos, mas foi pensado especialmente para a entrega de correspondência e encomendas. Ele agora passará por uma fase de testes e não há previsão de se, um dia, poderá ser visto nas ruas.

Uno Furgão, ainda conceitual, é apresentado na Fenatran

Veículo tem espaço para carga ampliado e revestimento mais resistente.
Fiat não confirma venda do veículo, que poderia aposentar atual modelo.

A Fiat apresentou durante a 18ª edição do Salão Internacional do Transporte (Fenatran), em São Paulo, o Uno Furgão da nova geração. Visualmente, o modelo se difere pelas janelas traseiras seladas com película branca, parede divisória separando o compartimento dianteiro do de carga, revestimentos internos laterais em Eucatex ou courvin, assoalho traseiro em PVC e ausência do banco traseiro para maior capacidade de carga.
Novo Uno Furgão é revelado na Fenatran  (Foto: Divulgação)
Novo Uno Furgão é revelado na Fenatran
O Uno Furgão de novo visual revelado na Fenatran, no entanto, é apenas um conceito, segundo a marca. Por enquanto, Uno Furgão da antiga geração e Fiorino Furgão, ambos equipados com motor 1.3 litros de 71 cavalos e 11,6 kgfm de torque, continuarão sendo as únicas opções da montadora em veículos compactos de carga.
Modelo, por enquanto, é apenas conceitual (Foto: Divulgação)
Modelo, por enquanto, é apenas conceitual
Revestimento interno foi reforçado (Foto: Divulgação)
Revestimento interno foi reforçado

Ralph Lauren faz mostra de coleção de carros antigos de luxo em Paris

Coleção do designer está entre as mais valiosas do mundo.
Entre as marcas estão Ferrari, Jaguar, Bentley e Bugatti.

O designer Ralph Lauren levou alguns exemplares de sua premiada coleção de carros antigos, uma das mais valiosas do mundo, para uma exposição no museu Les Arts Décoratifs, em Paris. Chamada de The Art of Automobile: Masterpieces of the Ralph Lauren Collection , a exposição abre ao público nesta quarta-feira (28) e vai até o dia 28 de agosto.
 Ferrari 250 LM de 1964 faz parte da coleção de Ralph Lauren (Foto: Charles Platiau/Reuters)
Ferrari 250 LM de 1964 faz parte da coleção de Ralph Lauren
Volante da Ferrari 250 Testa Rossa 1958 que está na mostra em Paris (Foto: Charles Platiau/Reuters)
Volante da Ferrari 250 Testa Rossa 1958 que está na mostra em Paris
Entre os exemplares da mostra estão modelos Ferrari, Jaguar, Porsche, Alfa Romeo, Bugatti, Mercedes-Benz e Bentley. Ao todo, 17 carros estão expostos, como um Bentley Blower de 1929, uma Ferrari 250 LM de 1964 e um Jaguar XK 120 Roadster, de 1950.

Carro feito com impressão 3D é exibido no Canadá

Veículo ambientalmente correto se vale de tecnologia de impressão e pode vir a ser comercializado.

Urbee (Foto: Divulgação)
Urbee pode ser produzido a partir de 2014

Um carro produzido a partir de tecnologia de impressão em terceira dimensão, está sendo exibido no Canadá. O carro ambientalmente correto Urbee utiliza motor elétrico, um motor extra movido a etanol e é capaz de fazer 85 quilômetros com um litro.
Apesar de o veículo estar sendo desenvolvido há anos, o carro completo nunca havia sido exibido antes.
Atualmente, só existe um carro Urbee, mas os fabricantes querem passar a produzir o veículo comercialmente a partir de 2014.
O carro foi construído a partir do processo conhecido como fabricação aditiva, através do qual um objeto tridimensional é criado por sucessivas camadas de material para formar objetos sólidos.
O processo de impressão contribuiu para as credenciais ambientais do veículo, segundo Jim Kor, que coordenou a fabricação do automóvel. Atualmente, apenas a ''carroceria'' do carro é impressa, mas Kor conta esperar que outras partes do carro venham a ser produzidas por meio de impressão também no futuro
A carroceria foi produzida por uma empresa especializada em Minneapolis, nos Estados Unidos, chamada Stratasys, que produz impressoras em 3D.
"Só se coloca material onde se precisa. É um processo de adição de peças, construindo, essencialmente, uma 'molécula' de material por vez, sem promover qualquer desperdício, ao final do processo'', afirmou Kor, que exibiu o veículo durante o evento TEDxWinnipeg.
''Esse processo pode utilizar vários materiais e nosso objetivo é o de usar materiais inteiramente recicláveis'', acrescentou Kor.

Impressão

Normalmente, a impressão em terceira dimensão ou prototipagem é utilizada para criar protótipos de produtos.
O processo também é utilizado em variados ramos de produção, como joalheria, calçados, arquitetura, automotivo, aeroespacial e indústrias de desenvolvimento médico.
Além do mais, a impressão em terceira dimensão é cada vez mais utilizada para distribuir objetos sem que seja necessário transportá-los.
Entre as atividades que poderão se beneficiar desta tecnologia está a medicina, já que equipamentos e até mesmo próteses teriam potencial pare serem impressos.
''Esse processo poderá revolucionar a nossa maneira de fazer coisas. Seguramente, ele já mudou a minha forma de pensar a respeito do processo de produção'', afirmou Kor.

Miniatura x king size

Ele destacou que os mesmos arquivos de computador usados para criar protótipos em miniatura foram usados para fabricar a versão em tamanho normal.
Foi por esse motivo, afirmou, que ele já sabia de antemão que todas as peças da carroceria do Urbee iriam se encaixar perfeitamente.
O veículo conta com um desenho aerodinâmico e foi projetado para obter o máximo de eficiência com o mínimo de combustível e é capaz de alcançar velocidades que variam de 60 a 70 quilômetros por hora.
Além de carregar as baterias a partir do seu motor de bioetanol, ele pode também gerar energia elétrica a partir de painéis solares, potencialmente reduzindo o consumo de combustível a quase zero.
Os preços estimados para o Urbee variam entre US$ 10 mil (cerca de R$ 17 mil) e US$ 50 mil (cerca de R$ 85 mil). O valor definitivo do produto dependerá se ele atingir produção em massa.
''Este será o primeiro veículo prático, capaz de circular pelas estradas e que dependerá exclusivamente de energia renovável'', afirmou Jim Kor.

Yamaha lança nova R1 2012 com controle de tração

Esportiva da marca japonesa apresenta seis modos do sistema.
Edição especial de ‘50 anos em competições’ tem a apenas 2.000 unidades.

A Yamaha acaba de apresentar na Europa a nova versão da YZF-R1. Para acompanhar as tendências já empregadas em suas principais concorrentes, a marca japonesa equipou sua esportiva com controle de tração e mapas de potência no propulsor de 998 cm³. Com o novo TCS (Sistema de Controle de Tração, em inglês), o motociclista pode escolher entre seis modos, desde o mais sutil até o mais ativo.

Versão de "50 anos em competições" da R1 tem apenas 2 000 unidades (Foto: Divulgação)
Versão de "50 anos em competições" da R1 tem apenas 2 000 unidades
O dispositivo entra em ação quando a roda traseira perde tração durante as acelerações, assim, o controle é acionado impedindo que a roda escorregue, controlando a injeção de combustível no motor. Contudo, se o usuário optar por uma condução mais esportiva é possível desligar o sistema. O controle de tração está acompanhado de três mapas de injeção, que possibilitam o usuário escolher entre 21 configurações do motor.
O painel manteve-se inalterado (Foto: Divulgação)
O painel manteve-se inalterado
Além da edição especial, a R1 2012 tem as opções de cores azul, branco ou cinza (Foto: Divulgação)
Além da edição especial, a R1 2012 tem as opções de cores azul, branco ou cinza
O conjunto de direção também é novo, feito de alumínio, e é baseado nas motos utilizadas pela marca no MotoGP. Para completar a Yamaha fez algumas alterações nos pedais, agora mais aderentes, e redesenhou a carenagem frontal, apesar de ser visualmente quase idêntica a antiga. A Yamaha também disponibiliza no exterior uma versão especial da R1 2012, que comemora os 50 anos da marca em competições. Apenas 2 mil unidades da edição serão vendidas. Ainda não há informações de quando esta nova versão da R1 chegará ao Brasil.

Lamborghini lança linha de bolsas feitas em fibra de carbono

Artigo de luxo será vendido mundialmente como item exclusivo.
É a primeira vez que o material é explorado no mundo da moda.

Algumas casas de moda como Gucci e Fendi, de vez em quando, desenham carros em séries especiais. Agora, foi a vez de uma fabircante de veículos se arriscar no mundo da moda, com a primeira coleção da Lamborghini de bolsas em fibra de carbono. A divisão Collezione Automobili Lamborghini apresentou o artigo de luxo como um um novo desafio mundial.

Utilizados em aplicações industriais na vanguarda da tecnologia e conhecida por sua resistência e leveza, a fribra de carbono já tem sido utilizada em larga escala em produtos premium como bicicletas, iates, aviões e carros superesportivos. No entanto, até hoje, ninguém utilizou fibra de carbono para substituir tecidos em acessórios de moda.
Lamborghini criou bolsas de fibra de carbono (Foto: Divulgação)
Lamborghini criou bolsas de fibra de carbono
Criada pela Lamborghini e feita na Itália, a coleção engloba uma mala de viagem, uma bolsa tipo envelope e outra tradicional, para homens e mulheres. Totalmente feitas a mão, cada uma delas possui design exclusivo, com acabamento em couro costurado à mão. “Cada detalhe foi cuidadosamente estudado para garantir o máximo de funcionalidade”, diz a montadora. A cor é realçada pelas reflexões de grafite diagonais, característica da fibra de carbono.

"A linha de bolsas explora um uso sem precedentes da fibra de carbono, tendo o impulso da inovação tecnológica que caracteriza os nossos supercarros, para o mundo da moda. Estes são objetos exclusivos para aqueles que querem buscar uma forma de se destacar na multidão e carimbar a sua própria personalidade em um acessório”, diz em nota o presidente e CEO da Automobili Lamborghini, Stephan Winkelmann.

As bolsas serão vendidas a partir de setembro em boutiques de Sant'Agata Bolognese, Los Angeles, Vancouver, Melbourne, Berlim, Hong Kong, Chengdu, Chong Qing e Shantou, nas 120 concessionárias da Lamborghini em todo o mundo e pelo site www.lamborghinistore.com.

Chrysler quer produzir mais na China

Empresa se prepara para vender 40 mil carros e caminhões neste ano.
Fiat assumiu controle administrativo da Chrysler há pouco mais de dois anos

fiat freemont genebra (Foto: Arquivo/Reuters)
Fiat Freemont, primeiro veículo da Fiat em parceira
com a Chrysler
A Chrysler está explorando "agressivamente" a possibilidade de fabricar mais veículos na China, onde a empresa se prepara para vender 40 mil carros e caminhões neste ano, disse um executivo.
A fábrica norte-americana, que é gerida pela italiana Fiat, poderia produzir carros e caminhões na China por meio de uma joint venture entre a Fiat e a empresa Guangzhou Automobile Group (GAC).
Aproveitando essa parceria, a Chrysler pode se expandir na China com mais rapidez.
No ano passado, a montadora vendeu 31 mil unidades na China, que é o maior mercado automobilístico mundial, com um pouco mais de 18 milhões de veículos vendidos.
"Encontrar um parceiro, negociar, obter aprovação governamental, construir uma fábrica, isso demora", disse Mike Manley, que dirige a marca Jeep, subordinada à Chrysler, e as operações internacionais da companhia.
Em 2009, a Fiat selou uma parceria com a GAC, que tem sede em Hong Kong e é a sexta maior fábrica chinesa de automóveis. A Chrysler atualmente usa essa joint venture para produzir na China versões mais antigas da sua minivan.
A Fiat assumiu o controle administrativo da Chrysler há pouco mais de dois anos, quando a empresa norte-americana saiu da concordata. Desde então, as duas empresas aprofundaram seus laços operacionais, compartilhando tecnologia e redes de concessionárias.
'"Se houver uma oportunidade para nós da mesma forma como fizemos com a Fiat em termos de tecnologia ou uso da sua distribuição, nossa velocidade para chegar ao mercado [chinês] será muito maior", disse Manley, acrescentando que a Chrysler teria de produzir na própria China paraconseguir ter uma maior penetração no competitivo mercado dos utilitários esportivos pequenos. "A localização é crucial para o volume, simples assim", afirmou Manley a jornalistas durante um evento da empresa para exibir os veículos da empresa.

Greve na Volkswagen do PR faz um mês; lojas relatam falta de Fox 1.6

Funcionários querem participação nos lucros maior do que a ofertada.
Sindicato diz que prejuizo da montadora passa de R$ 700 milhões.

A greve dos funcionários da Volkswagen em São José dos Pinhais, no PR, completa um mês  e já começa a afetar os estoques das lojas. Os trabalhadores pararam porque rejeitam a proposta de participação nos lucros feita pela montadora, que já acertou a PLR com as demais fábricas, em SP.
No PR são feitos os modelos Fox, CrossFox e Golf. Representantes de 32 lojas em São Paulo e de 17 em outras nove capitais e a maioria relata que começa a faltar o Fox com motor 1.6, do qual geralmente essas lojas mantêm um estoque menor em comparação com a versão de entrada, a 1.0.
Lançado em 2003, o Fox, junto com sua versão 'aventureira' CrossFox, é o quarto carro mais vendido no Brasil no acumulado dos cinco primeiros meses do ano, com 54,6 mil unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Entre os modelos da VW, só perde para o Gol. Atualmente é oferecido em cinco configurações: 1.0, 1.6, 1.6 I-Motion (câmbio automatizado), 1.6 Prime e 1.6 i-Motion Prime –as últimas são topo de linha.
A maioria dos revendedores ouvidos afirma que o estoque de Golf também está abaixo do normal, mas os lojistas explicam que costumam ter o modelo em quantidade muito menor do que a do Fox. Além de São Paulo, foram consultadas concessionárias no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Vitória, Curitiba, Porto Alegre, Cuiabá, Goiânia, Salvador e Fortaleza.
greve volkswagen (Foto: Franklin de Freitas/AE)
Funcionários da Volkswagen em assembleia
Queda de braço
Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Curitiba, que diz representar 3.100 funcionários da Volkswagen, a greve gerou prejuízo de R$ 712,8 milhões até a última sexta, com 17.820 carros que deixaram de ser produzidos em 30 dias.
Os funcionários querem um mínimo de R$ 12 mil para a participação nos lucros, com a primeira parcela de R$ 6 mil. De acordo com sindicato, no início da greve a montadora oferecia R$ 4.600 para a primeira parcela. Uma segunda proposta da Volks, de R$ 5.200 para a parcela inicial –mesmo valor acertado com os trabalhadores de São Bernardo do Campo e de Taubaté –, foi rejeitada na última assembléia, na terça passada (31). O sindicato diz que, além do valor abaixo do pretendido, a oferta não foi aceita porque a montadora “impôs dias adicionais de trabalho”.
A Volkswagen não comenta a greve. Uma nova assembleia dos trabalhadores está marcada para a tarde desta segunda-feira (6).

Outras montadoras

Os acertos da PLR da General Motors, em São José dos Campos (SP), e da Volvo caminhões, em Curitiba, também foram realizados após greves, porém mais curtas. Após três dias de paralisação, a Volvo fechou no mês passado um valor que, até o momento, é recorde entre as montadoras: R$ 15 mil, em duas parcelas. "Fomos forçados, não houve negociação", diz o diretor de recursos humanos da empresa, Carlos Morassutti. A primeira parcela já foi paga.
Na GM, os trabalhadores do Vale do Paraíba realizaram greve de 24 horas em maio. Na semana seguinte, acertaram com a montadora uma PLR de R$ 10.834, com parcela inicial de R$ 5.800. Ela também vale para os funcionários de São Caetano do Sul.

Hyundai lança sedã Genesis inspirado na grife Prada

Edição terá apenas 1.200 unidades e é voltada à Ásia e ao Oriente Médio.
Ela é equipada com motor mais potente e usa o couro da marca no interior.

A Hyundai apresentou, na Coreia do Sul, a edição limitada do sedã de luxo Genesis inspirada na grife Prada. A versão feita em conjunto pela montadora sul-coreana com designers da marca italiana terá apenas 1.200 unidadese é voltada para o mercado asiático e o Oriente Médio. Ela foi vista pela primeira vez, como conceito, no Salão de Seul, em 2009.
hyundai genesis prada (Foto: Truth Leem/Reuters)
Hyundai Genesis Prada
Com três opções de cores, preto, azul e marrom, o carro tem grade e maçanetas com detalhes exclusivos. O interior também foi alterado, com destaque para o revestimento em couro "saffiano”, símbolo da qualidade da Prada. Também será possível personalizar o sedã com outros detalhes.
hyundai genesis prada (Foto: Truth Leem/Reuters)
Carro conta com novidades na grade e no interior
O Genesis Prada é equipado com motor 5.0 V8 de 429 cavalos, mais potente que o do tradicional Genesis, que é vendido com as opções 3.8 V6 e 4.6 V8, de até 385 cv. O consumo é de 9 km/litro de combustível, um pouco maior que a versão atualmente comercializada.

Kia Sorento 2012 terá novo motor com injeção direta de combustível

Propulsor 2.4 desenvolve 200 cavalos de potência máxima.
Modelo sofrerá poucas mudanças estéticas, mas terá novos equipamentos.

Kia Sorento (Foto: Divulgação)
Kia Sorento 2011; versão 2012 sofrerá poucas
mudanças estéticas
O Kia Sorento 2012 será lançado com novo motor GDI de quatro cilindros e injeção direta de combustível. O propulsor é mais uma aposta da marca sul-coreana para conquistar os consumidores de crossovers de marcas norte-americanas, como a Ford. De acordo com a Kia, o modelo também será equipado com sistema de entretenimento “hands-free”, como opcional. A companhia não divulgou imagens do modelo.
O motor usa a mesma configuração GDI do novo compacto Rio, no entanto, é 2.4 e desenvolve 200 cavalos de potência, contra os 175 cv da versão anterior. A nova opção também estará disponível no Kia Sportage 2012.
Outras opções disponíveis incluem um tratamento especial para os bancos, que os deuixam mais resistentes a manchas e à eletricidade estática e inclui um produto químico bactericida.
De acordo com a Kia, esteticamente o carro ganhará poucas mudanças, o que inclui novas rodas e algumas sutis mudanças externas e internas. Assim, nova motorização e os novos opcionais e itens de série serão os destaques do carro.

Audi revela projeto E-gas e conceito do hatch A3 movido a GNV

Montadora alemã pretende criar até 2013 postos autossuficientes.
Ideia é ter locais que possam produzir o próprio Gás Natural Veicular.

audi (Foto: Divulgação)
Audi revelou A3 movido a GNV
A Audi revelou  um projeto para continuar o desenvolvimento dos motores a combustão que utilizam, no entanto, Gás Natural Veicular (GNV). Parte da ideia, chamada de E-gas, consiste em produzir o combustível, que atualmente é apenas retirado das reservas naturais.
O programa pretende construir postos autossuficientes capazes de produzir e armazenar o gás metano, um dos principais componentes do GNV, mediante a reações químicas. A intenção é tirar o projeto do papel em 2013, inicialmente na Alemanha.
Na carona deste projeto, a Audi, que já investe na produção de veículos elétricos - como o superesportivo R8 e-tron -, apresentou um protótipo do A3 TCNG, movido a GNV. A marca alemã pretende desenvolver um novo motor movido a gás com injeção direta e turbo.

Abastecer com álcool é mais vantajoso em três estados, diz ANP

Etanol está mais em conta em São Paulo, Goiás e Mato Grosso.
Preço médio do álcool nos postos paulistas é de R$ 1,958 o litro.

O álcool voltou a ser mais vantajoso que a gasolina nos postos dos estados de São Paulo, Goiás e Mato Grosso, segundo levantamento realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) na última semana. Nos outros 23 estados e no Distrito Federal, ainda é melhor abastecer com gasolina.
Em São Paulo, o preço médio do etanol é R$ 1,958 o litro, enquanto a gasolina custa R$ 2,801 o litro. De acordo com estudo da ANP, o preço do álcool está em 69,90% do preço da gasolina (até 70% o etanol é competitivo). Em Goiás, a relação é de 68,18% e, em Mato Grosso, de 68,51%.
O motivo da redução dos preços do álcool neste três estados é a maior oferta do produto nos postos, provocada pelo avanço da safra 2011/2012.
A vantagem do etanol é calculada considerando que o poder calorífico do motor a álcool é de 70% do poder nos motores à gasolina. No cálculo, são utilizados valores médios coletados em postos em todos os estados e no Distrito Federal. Quando a relação aponta um valor entre 70% e 70,5%, é considerada indiferente a utilização de álcool ou de gasolina.

Toyota diz que produção só voltará ao normal no fim do ano

Nível de antes do terremoto deve ser retomado em novembro ou dezembro.
Fabricação é afetada sobretudo pela falta de partes feitas no Japão.

toyota presidente (Foto: Koji Sasahara/AP)
Presidente da Toyota diz que produção continua
pela metade até junho
O presidente da Toyota, Akio Toyoda, disse que só no fim do ano a montadora japonesa deverá retomar o nível de produção de antes do tsunami. É a previsão mais longa entre as empresas do setor afetadas pelo fenômeno ocorrido em março.
Apesar de 17 plantas da Toyota no Japão terem escapado do desastre sem maiores problemas, as linhas de produção continuam operando com metade do volume normal no país e 40% desse volume no restante do mundo, devido à falta de suprimentos.
A produção no país vai continuar pela metade até junho, prevê a montadora. Na última terça (19), a Toyota havia divulgado que reduziria a produção na América do Norte a 75% nas próximas seis semanas pela falta de componentes que são trazidos do Japão. Na China, a redução é de 50% a 70%. A fabricação de carros fora do país só será aumentada a partir de agosto.
“Os danos foram tão extensos nessa calamidade sem precedentes que o efeito na economia é sentido em todo o Japão e em toda a indústria", lamentou Toyoda, ao prever que a produção local só retome o volume habitual em novembro ou dezembro. Alguns funcionários foram transferidos para ajudar na recuperação de unidades mais afetadas das fábricas de componentes. Toyoda não quis comentar sobre o impacto na situação financeira da empresa.
 
Dependência
A produção de cerca de 150 peças continua afetada; logo após o terremoto, eram 500. Para retomar o ritmo de montagem, a Toyota trocou alguns de seus fornecedores, diz o vice-presidente Atsushi Niimi. Para ele, foi difícil perceber que os carros da marca, mesmo os fabricados fora do Japão, ainda dependam tanto de partes produzidas no país. Nimi defende que a montadora se torne menos dependente do país de origem, não só na fabricação dos veículos como na rede de fornecedores de autopeças. "Não gostamos nem de pensar, mas é algo inevitável", lamenta. Toyoda ressaltou que a montadora pretende manter produção e empregados no Japão.
O presidente observou que as previsões dependem muito do que acontecerá nos próximos meses, uma vez que o país continua sofrendo réplicas do terremoto. "Ontem mesmo tivemos uma. Se continuar assim, será impraticável a recuperação rápida que estamos visualizando. É impossível prever o futuro", encerrou.

Frota brasileira de veículos cresceu 8,4% em 2010, aponta Sindipeças

32,5 milhões de veículos circularam pelas ruas brasileiras em 2010.
A frota de motocicletas registrou aumento de 12%.

Frota paulistana é de XXXXXX veículos (Foto: Grizar Junior/AE)
32,5 milhões de veículos circularam em 2010
A frota brasileira de veículos cresceu 8,4% em 2010, em comparação a 2009, apontou o levantamento da frota circulante feito anualmente pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças). Em 2010, circularam pelas ruas e estradas brasileiras 32,5 milhões de veículos, incluindo automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. A idade média do veículo passou de 8 anos e 10 meses para 8 anos e 8 meses.
A renovação parece lenta, comparada à entrada de novos veículos no mercado, mas há um grande número de veículos antigos em circulação, 67% da frota tem de 4 a 20 anos. Com mais de 20 anos, há 1,3 milhão de unidades, ou 4%. Existem no Brasil atualmente 5,9 habitantes por veículo. Eram 8,4 em 2000.
A frota de motocicletas registrou aumento de 12% de 2009 a 2010, chegando a 10,6 milhões de unidades, das quais 62% tem até 5 anos de idade.
O estudo feito pelo sindicato baseia-se na venda de veículos ao mercado interno. São feitos cálculos por modelo, considerando-se um índice médio de mortalidade de 1,5% ao ano para a linha leve: 1% por perda total em acidentes e 0,5% por roubo sem recuperação. Na linha pesada, esse índice é de 1% ao ano, pois praticamente não existe roubo de caminhões e ônibus sem recuperação.
O levantamento ainda conclui que, com estimativa de crescimento médio de 7,4% ao ano a partir de 2011, a frota circulante de veículos será superior a 46,5 milhões de unidades em 2015. A de motos será superior a 15,5 milhões, com crescimento anual estimado de 10%.

Renault conclui caso de espionagem e afasta diretor geral de operações

Patrick Pelata renuncia ao cargo após denúncias infundadas.
Executivos demitidos sem provas serão compensados, diz Renault.

Carlos Ghosn, CEO da Renault, apresenta os resultados (Foto: AFP)
Carlos Ghosn, CEO da Renault, aceitou a renúncia
do 'número 2' da renault
O caso de espionagem que abalou a francesa Renault e chegou a causar problemas diplomáticos com o governo chinês ganha mais uma página. A companhia anunciou nesta segunda-feira (11) que o diretor geral de operações, Patrick Pelata, renunciou ao cargo, o que foi aceito pelo CEO da Renault, Carlos Ghosn.
O pedido do afastamento do braço-direito de Ghosn vem após a divulgação, no mesmo dia, da conclusão de duas auditorias requisitadas pela montadora sobre o suposto caso de espionagem dentro da empresa no setor de desenvolvimento de veículos elétricos.
As denúncias levaram à demissão de três executivos injustamente, como concluíram as investigações. “As auditorias evidenciaram a cadeia de falhas e disfunções dentro da empresa, especificamente no que diz respeito à fiscalização e ao controle do departamento de segurança do grupo”, conclui o relatório divulgado em nota para a imprensa. Apesar da renúncia, Pelata não será afastado do grupo. Segundo Ghosn, as habilidades de Pelata são “um recurso valioso para o grupo”.
Para restaurar a confiança na empresa, diversas mudanças internas serão feitas na Renault. As conclusões da auditoria levaram à demissão de Rémi Pagnie, diretor de segurança do grupo, bem como de seus dois colegas de trabalho, Gevrey Dominique e Tixador Marc. Gevrey é o homem que obteve mais de 200 mil euros (US$ 289 mil) da Renault para pagar uma suposta fonte anônima que apontou a espionagem. Ele está detido atualmente, acusado por fraudes.
Quanto aos três executivos demitidos, Michel Balthazard, Matthieu Tenenbaum e Bertrand Rochette, Ghosn disse que haverá um "acordo de princípio" para compensá-los. Os detalhes não foram revelados. Outro executivo prejudicado por denúncias sem fundamento, Philippe Clogenson voltará à Renault no dia 2 de maio como diretor de desenvolvimento de negócios da Renault Consulting. Ele havia sido demitido em 2009.
De acordo com o CEO da Renault, o diretor do executivo, Jean-Yves Coudriou, a secretária-geral da marca, Laurence Dors, e o diretor jurídico, Christian Sr. Husson, serão afastados de suas funções enquanto a companhia decide o que fazer, todos ele estão envolvidos no caso de falsa denúncia. Outros cargos já foram alterados dentro da Renault, conforme as auditorias recomendaram à empresa francesa.
Para evitar situações semelhantes no futuro, a Renault anunciou a criação de um Departamento de Segurança da Informação.
Entenda o caso
O escândalo surgiu em janeiro passado, quando a fabricante de veículos apresentou denúncia à Justiça da França, dizendo que havia sido vítima de uma rede organizada internacional que tentou roubar da empresa informações econômicas, tecnológicas e estratégicas a favor de interesses estrangeiros. O foco da espionagem seriam os veículos elétricos, a principal aposta do Grupo Renault Nissan para os próximos anos.
O jornal "Le Figaro" publicou que a suposta rede de espiões havia movimentado uma conta bancária na Suíça e outra em Liechtenstein, com 500 mil euros e 130 mil euros, respectivamente, e apontou que o dinheiro procedia da China Power Grid Corporation, um gigante da distribuição elétrica com base em Pequim. No entanto, a China negou qualquer envolvimento no caso.
Ao mesmo jornal a Renault afirmou que não deu tempo de a empresa ser prejudicada. “Nenhum tesouro tecnológico ou estratégico, no que diz respeito a inovações, vazou para fora da empresa, incluindo as 200 patentes inscritas ou em processo de inscrição”.
A Promotoria investigou a atuação de Dominique Gevrey, funcionário do departamento de segurança da montadora, a quem a Renault dava dinheiro para que pagasse a informantes em troca de detalhes sobre o suposto vazamento de dados e as transações bancárias. O promotor Jean-Claude Marin disse que Gevrey foi encontrado pela polícia francesa no mês passado quando tentava pegar um voo para Guiné, na África.

Mahindra mantém a operação da SsangYong no Brasil com a Districar

Korando C chega ao mercado brasileiro em maio, diz importadora.
Nova picape está prevista para ser lançada no fim do ano.

A fabricante de veículos indiana Mahindra & Mahindra concluiu neste mês a aquisição da sul-coreana SsangYong, que desde 2009 passa por dificuldades financeiras e está em processo de recuperação judicial. Apesar da manobra e de a Mahindra ter uma fábrica no Brasil, o diretor da Districar Importadora e Distribuidora de Veículos — empresa que importa os modelos da marca SsangYong —, Mohsin Ibraimo, afirma que nada será alterado. O empresário confirmou ainda a chegada do crossover Korando C para maio.
korando C (Foto: Milene Rios/G1)
Korando C foi apresentado no Salão de São Paulo, no ano passado
“Vamos lançar primeiro a versão a diesel do novo Korando. Entre setembro e outubro traremos a versão a gasolina”, ressalta Ibraimo. O Korando C contará com tração 4×2 e 4×4 e motor 2.0 turbo diesel de 173 cavalos de potência. O crossover vai concorrer com os também sul-coreanos Hyundai Tucson e ix35. Ele será vendido no país por R$ 102 mil. Já a versão a gasolina terá preços a partir de R$ 90 mil, conforme anunciado durante o Salão de São Paulo no ano passado.
Investiremos nos próximos anos em carros flex"
Mohsin Ibraimo, diretor da Districar
De acordo com Mohsin Ibraimo, apesar da compra da marca pela Mahindra, as operações da SsangYong continuam a mesma. “Para nós, a situação é muito boa, porque a SsangYong estava em uma fase difícil. Com a entrada da Mahindra, teremos investimentos em novos modelos”, destaca o diretor da Districar. Com a aquisição, a Ssangyong pretende investir US$ 213 milhões neste ano para o desenvolvimento de produtos.
Nova picape
Entre os lançamentos previstos para 2011 no mercado brasileiro está também uma picape. “Ela deve chegar no fim do ano”, diz Ibraimo. No ano que vem, o portfólio da sul-coreana no Brasil ganhará mais três modelos, entre eles, uma linha de automóveis e um utilitário esportivo. “Sobre a nova SUV só teremos informações daqui a dois meses”, diz.
De acordo com Ibraimo, a aceitação dos modelos SsangYong no Brasil é positiva, especialmente por causa dos motores a diesel. Mesmo assim, a sul-coreana investe no desenvolvimento de motores bicombustíveis. “Investiremos nos próximos anos em carros flex. Para o ano que vem, podemos iniciar as vendas do modelo de passageiro com motor flex”, destacou.
A sul-coreana SsangYong encerrou 2010 em 20º lugar no ranking de vendas no Brasil, de acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Ao todo, foram emplacadas 3.911 carros da marca, volume que representa 0,12% do mercado nacional de automóveis e comerciais leves.

Ministro francês descarta saída de Ghosn da presidência da Renault

'A maior preocupação é não desestabilizar a Renault', disse Eric Besson.
Empresa admitiu que demitiu erroneamente três importantes executivos.

Carlos Ghosn, CEO da Renault, apresenta os resultados (Foto: AFP)
Carlos Ghosn, CEO da Renault, não deve deixar
o cargo
O ministro da Indústria da França, Eric Besson, afirmou neste domingo (20) que não quer desestabilizar a fabricante de automóveis Renault, após ser questionado se o presidente-executivo da empresa, Carlos Ghosn, deveria deixar o cargo após um escândalo de espionagem que se provou infundado.
"Como ministro da Indústria, ouvi a voz do povo pedindo por punição, mas a maior preocupação do ministro da Indústria neste momento é não desestabilizar a Renault ainda mais," afirmou Besson em entrevista à rádio RFI.
Ele afirmou que Ghosn foi fundamental na aliança da Renault com a montadora japonesa Nissan e que também estava participando de um grande desafio da indústria com o lançamento dos carros elétricos.
A Renault admitiu neste mês que demitiu erroneamente três importantes executivos depois de ter sido levada a acreditar que eles venderam importantes detalhes do projeto do carro elétrico a terceiros, possivelmente envolvendo a China.
Os três foram demitidos em janeiro sob suspeita de espionagem industrial. Todos negaram as acusações desde o início e processaram a montadora. O gerente de segurança da Renault foi colocado em investigação sob suspeita de fraude.
O brasileiro Ghosn e seu braço direito, Patrick Pelata, mantiveram seus cargos após a admissão do erro, mas, apesar de terem desistido de seus bônus, ficaram sob constante pressão do público.
Esse assunto desconcertou o governo francês, que detém 15% da Renault, e causou um racha com a China, semanas antes de uma importante visita do presidente Nicolas Sarkozy ao país.
Implicitamente, Pequim repreendeu a França na quinta-feira (17) pela forma como o país lidou com o assunto, dizendo esperar que os fatos fossem averiguados antes de uma nação ser acusada injustamente.
As relações ficaram estremecidas quando uma fonte do governo francês, que se pronunciou antes de o caso ser descartado, ter dito que as investigações apontavam para uma possível ligação com a China.

Renault pede desculpas após denúncia de espionagem

Montadora acusou executivos, mas Promotoria não encontrou provas.
Acusados, que haviam sido demitidos, poderão voltar à empresa francesa.

carlos ghosn renault (Foto: Pierre Verdy/AFP)
Brasileiro Carlos Ghosn falou à TV francesa TF1
na última segunda
O presente da Renault, o brasileiro Carlos Ghosn, pediu desculpas na última segunda-feira (14) a três executivos que foram demitidos "por engano", segundo a montadora, após serem acusados de vender dados de projetos da empresa. Eles se diziam inocentes.
A Renault levou o caso à Justiça Francesa em janeiro passado, e o pedido de desculpas veio depois de a Promotoria de Paris dizer que não encontrou nenhuma evidência de espionagem.
Nesta terça (15), o governo francês, que detém 15% da Renault, criticou a montadora. "Acho anormal que uma empresa tão grande quanto esta tenha decaído para o amadorismo", disse o porta-voz do governo, François Baroin, em entrevista à TV francesa. "Deve haver consequencias", completou. Mas o ministro da Indústria, Éric Besson, cumprimentou Ghosn pelo pedido de desculpas. "O que ele disse ontem foi muito importante... Mas não foi o fim da história".
A Renault pretende reintegrar os executivos ao seu quadro de funcionários. Ghosn e o chefe de operações, Patrick Pélata, também pretendem encontrá-los para discutir compensações pelo prejuízo à imagem deles. Segundo jornal "Wall Street Journal", Ghosn teria dito que Pélata chegou a colocar seu cargo à disposição, mas o CEO se recusou a demiti-lo. Mas Ghosn teria concordado que ele, Pélata e outros executivos envolvidos nas demissões abrirão mão do bônus de 2010. A montadora também diz que irá rever seus procedimentos de segurança.
Entenda o caso
O escândalo surgiu em janeiro passado, quando a fabricante de veículos apresentou denúncia à Justiça da França, dizendo que havia sido vítima de uma rede organizada internacional que tentou roubar da empresa informações econômicas, tecnológicas e estratégicas a favor de interesses estrangeiros. O foco da espionagem seriam os veículos elétricos, a principal aposta do Grupo Renault Nissan para os próximos anos.
O jornal "Le Figaro" publicou que a suposta rede de espiões havia movimentado uma conta bancária na Suíça e outra em Liechtenstein, com 500 mil euros e 130 mil euros, respectivamente, e apontou que o dinheiro procedia da China Power Grid Corporation, um gigante da distribuição elétrica com base em Pequim. No entanto, a China negou qualquer envolvimento no caso.
Ao mesmo jornal a Renault afirmou que não deu tempo de a empresa ser prejudicada: “Nenhum tesouro tecnológico ou estratégico, no que diz respeito a inovações, vazou para fora da empresa, incluindo as 200 patentes inscritas ou em processo de inscrição”.
A Promotoria investiga a atuação de Dominique Gevrey, funcionário do departamento de segurança da montadora, a quem a Renault dado dinheiro para que pagasse a informantes em troca de detalhes sobre o suposto vazamento de dados e as transações bancárias. O promotor Jean-Claude Marin disse que Gevrey foi encontrado pela polícia francesa na última sexta (11), quando tentava pegar um voo para Guiné, na África.
O advogado dele, Jean-Paul Baduel, disse nesta terça que Gevrey chegou a ser detido, mas não indiciado. "Ele é inocente", afirmou. "Ele vai à África seis ou sete vezes ao ano."