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Lamborghini lança linha de bolsas feitas em fibra de carbono

Artigo de luxo será vendido mundialmente como item exclusivo.
É a primeira vez que o material é explorado no mundo da moda.

Algumas casas de moda como Gucci e Fendi, de vez em quando, desenham carros em séries especiais. Agora, foi a vez de uma fabircante de veículos se arriscar no mundo da moda, com a primeira coleção da Lamborghini de bolsas em fibra de carbono. A divisão Collezione Automobili Lamborghini apresentou o artigo de luxo como um um novo desafio mundial.

Utilizados em aplicações industriais na vanguarda da tecnologia e conhecida por sua resistência e leveza, a fribra de carbono já tem sido utilizada em larga escala em produtos premium como bicicletas, iates, aviões e carros superesportivos. No entanto, até hoje, ninguém utilizou fibra de carbono para substituir tecidos em acessórios de moda.
Lamborghini criou bolsas de fibra de carbono (Foto: Divulgação)
Lamborghini criou bolsas de fibra de carbono
Criada pela Lamborghini e feita na Itália, a coleção engloba uma mala de viagem, uma bolsa tipo envelope e outra tradicional, para homens e mulheres. Totalmente feitas a mão, cada uma delas possui design exclusivo, com acabamento em couro costurado à mão. “Cada detalhe foi cuidadosamente estudado para garantir o máximo de funcionalidade”, diz a montadora. A cor é realçada pelas reflexões de grafite diagonais, característica da fibra de carbono.

"A linha de bolsas explora um uso sem precedentes da fibra de carbono, tendo o impulso da inovação tecnológica que caracteriza os nossos supercarros, para o mundo da moda. Estes são objetos exclusivos para aqueles que querem buscar uma forma de se destacar na multidão e carimbar a sua própria personalidade em um acessório”, diz em nota o presidente e CEO da Automobili Lamborghini, Stephan Winkelmann.

As bolsas serão vendidas a partir de setembro em boutiques de Sant'Agata Bolognese, Los Angeles, Vancouver, Melbourne, Berlim, Hong Kong, Chengdu, Chong Qing e Shantou, nas 120 concessionárias da Lamborghini em todo o mundo e pelo site www.lamborghinistore.com.

Chrysler quer produzir mais na China

Empresa se prepara para vender 40 mil carros e caminhões neste ano.
Fiat assumiu controle administrativo da Chrysler há pouco mais de dois anos

fiat freemont genebra (Foto: Arquivo/Reuters)
Fiat Freemont, primeiro veículo da Fiat em parceira
com a Chrysler
A Chrysler está explorando "agressivamente" a possibilidade de fabricar mais veículos na China, onde a empresa se prepara para vender 40 mil carros e caminhões neste ano, disse um executivo.
A fábrica norte-americana, que é gerida pela italiana Fiat, poderia produzir carros e caminhões na China por meio de uma joint venture entre a Fiat e a empresa Guangzhou Automobile Group (GAC).
Aproveitando essa parceria, a Chrysler pode se expandir na China com mais rapidez.
No ano passado, a montadora vendeu 31 mil unidades na China, que é o maior mercado automobilístico mundial, com um pouco mais de 18 milhões de veículos vendidos.
"Encontrar um parceiro, negociar, obter aprovação governamental, construir uma fábrica, isso demora", disse Mike Manley, que dirige a marca Jeep, subordinada à Chrysler, e as operações internacionais da companhia.
Em 2009, a Fiat selou uma parceria com a GAC, que tem sede em Hong Kong e é a sexta maior fábrica chinesa de automóveis. A Chrysler atualmente usa essa joint venture para produzir na China versões mais antigas da sua minivan.
A Fiat assumiu o controle administrativo da Chrysler há pouco mais de dois anos, quando a empresa norte-americana saiu da concordata. Desde então, as duas empresas aprofundaram seus laços operacionais, compartilhando tecnologia e redes de concessionárias.
'"Se houver uma oportunidade para nós da mesma forma como fizemos com a Fiat em termos de tecnologia ou uso da sua distribuição, nossa velocidade para chegar ao mercado [chinês] será muito maior", disse Manley, acrescentando que a Chrysler teria de produzir na própria China paraconseguir ter uma maior penetração no competitivo mercado dos utilitários esportivos pequenos. "A localização é crucial para o volume, simples assim", afirmou Manley a jornalistas durante um evento da empresa para exibir os veículos da empresa.

Greve na Volkswagen do PR faz um mês; lojas relatam falta de Fox 1.6

Funcionários querem participação nos lucros maior do que a ofertada.
Sindicato diz que prejuizo da montadora passa de R$ 700 milhões.

A greve dos funcionários da Volkswagen em São José dos Pinhais, no PR, completa um mês  e já começa a afetar os estoques das lojas. Os trabalhadores pararam porque rejeitam a proposta de participação nos lucros feita pela montadora, que já acertou a PLR com as demais fábricas, em SP.
No PR são feitos os modelos Fox, CrossFox e Golf. Representantes de 32 lojas em São Paulo e de 17 em outras nove capitais e a maioria relata que começa a faltar o Fox com motor 1.6, do qual geralmente essas lojas mantêm um estoque menor em comparação com a versão de entrada, a 1.0.
Lançado em 2003, o Fox, junto com sua versão 'aventureira' CrossFox, é o quarto carro mais vendido no Brasil no acumulado dos cinco primeiros meses do ano, com 54,6 mil unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Entre os modelos da VW, só perde para o Gol. Atualmente é oferecido em cinco configurações: 1.0, 1.6, 1.6 I-Motion (câmbio automatizado), 1.6 Prime e 1.6 i-Motion Prime –as últimas são topo de linha.
A maioria dos revendedores ouvidos afirma que o estoque de Golf também está abaixo do normal, mas os lojistas explicam que costumam ter o modelo em quantidade muito menor do que a do Fox. Além de São Paulo, foram consultadas concessionárias no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Vitória, Curitiba, Porto Alegre, Cuiabá, Goiânia, Salvador e Fortaleza.
greve volkswagen (Foto: Franklin de Freitas/AE)
Funcionários da Volkswagen em assembleia
Queda de braço
Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Curitiba, que diz representar 3.100 funcionários da Volkswagen, a greve gerou prejuízo de R$ 712,8 milhões até a última sexta, com 17.820 carros que deixaram de ser produzidos em 30 dias.
Os funcionários querem um mínimo de R$ 12 mil para a participação nos lucros, com a primeira parcela de R$ 6 mil. De acordo com sindicato, no início da greve a montadora oferecia R$ 4.600 para a primeira parcela. Uma segunda proposta da Volks, de R$ 5.200 para a parcela inicial –mesmo valor acertado com os trabalhadores de São Bernardo do Campo e de Taubaté –, foi rejeitada na última assembléia, na terça passada (31). O sindicato diz que, além do valor abaixo do pretendido, a oferta não foi aceita porque a montadora “impôs dias adicionais de trabalho”.
A Volkswagen não comenta a greve. Uma nova assembleia dos trabalhadores está marcada para a tarde desta segunda-feira (6).

Outras montadoras

Os acertos da PLR da General Motors, em São José dos Campos (SP), e da Volvo caminhões, em Curitiba, também foram realizados após greves, porém mais curtas. Após três dias de paralisação, a Volvo fechou no mês passado um valor que, até o momento, é recorde entre as montadoras: R$ 15 mil, em duas parcelas. "Fomos forçados, não houve negociação", diz o diretor de recursos humanos da empresa, Carlos Morassutti. A primeira parcela já foi paga.
Na GM, os trabalhadores do Vale do Paraíba realizaram greve de 24 horas em maio. Na semana seguinte, acertaram com a montadora uma PLR de R$ 10.834, com parcela inicial de R$ 5.800. Ela também vale para os funcionários de São Caetano do Sul.

Hyundai lança sedã Genesis inspirado na grife Prada

Edição terá apenas 1.200 unidades e é voltada à Ásia e ao Oriente Médio.
Ela é equipada com motor mais potente e usa o couro da marca no interior.

A Hyundai apresentou, na Coreia do Sul, a edição limitada do sedã de luxo Genesis inspirada na grife Prada. A versão feita em conjunto pela montadora sul-coreana com designers da marca italiana terá apenas 1.200 unidadese é voltada para o mercado asiático e o Oriente Médio. Ela foi vista pela primeira vez, como conceito, no Salão de Seul, em 2009.
hyundai genesis prada (Foto: Truth Leem/Reuters)
Hyundai Genesis Prada
Com três opções de cores, preto, azul e marrom, o carro tem grade e maçanetas com detalhes exclusivos. O interior também foi alterado, com destaque para o revestimento em couro "saffiano”, símbolo da qualidade da Prada. Também será possível personalizar o sedã com outros detalhes.
hyundai genesis prada (Foto: Truth Leem/Reuters)
Carro conta com novidades na grade e no interior
O Genesis Prada é equipado com motor 5.0 V8 de 429 cavalos, mais potente que o do tradicional Genesis, que é vendido com as opções 3.8 V6 e 4.6 V8, de até 385 cv. O consumo é de 9 km/litro de combustível, um pouco maior que a versão atualmente comercializada.

Kia Sorento 2012 terá novo motor com injeção direta de combustível

Propulsor 2.4 desenvolve 200 cavalos de potência máxima.
Modelo sofrerá poucas mudanças estéticas, mas terá novos equipamentos.

Kia Sorento (Foto: Divulgação)
Kia Sorento 2011; versão 2012 sofrerá poucas
mudanças estéticas
O Kia Sorento 2012 será lançado com novo motor GDI de quatro cilindros e injeção direta de combustível. O propulsor é mais uma aposta da marca sul-coreana para conquistar os consumidores de crossovers de marcas norte-americanas, como a Ford. De acordo com a Kia, o modelo também será equipado com sistema de entretenimento “hands-free”, como opcional. A companhia não divulgou imagens do modelo.
O motor usa a mesma configuração GDI do novo compacto Rio, no entanto, é 2.4 e desenvolve 200 cavalos de potência, contra os 175 cv da versão anterior. A nova opção também estará disponível no Kia Sportage 2012.
Outras opções disponíveis incluem um tratamento especial para os bancos, que os deuixam mais resistentes a manchas e à eletricidade estática e inclui um produto químico bactericida.
De acordo com a Kia, esteticamente o carro ganhará poucas mudanças, o que inclui novas rodas e algumas sutis mudanças externas e internas. Assim, nova motorização e os novos opcionais e itens de série serão os destaques do carro.

Audi revela projeto E-gas e conceito do hatch A3 movido a GNV

Montadora alemã pretende criar até 2013 postos autossuficientes.
Ideia é ter locais que possam produzir o próprio Gás Natural Veicular.

audi (Foto: Divulgação)
Audi revelou A3 movido a GNV
A Audi revelou  um projeto para continuar o desenvolvimento dos motores a combustão que utilizam, no entanto, Gás Natural Veicular (GNV). Parte da ideia, chamada de E-gas, consiste em produzir o combustível, que atualmente é apenas retirado das reservas naturais.
O programa pretende construir postos autossuficientes capazes de produzir e armazenar o gás metano, um dos principais componentes do GNV, mediante a reações químicas. A intenção é tirar o projeto do papel em 2013, inicialmente na Alemanha.
Na carona deste projeto, a Audi, que já investe na produção de veículos elétricos - como o superesportivo R8 e-tron -, apresentou um protótipo do A3 TCNG, movido a GNV. A marca alemã pretende desenvolver um novo motor movido a gás com injeção direta e turbo.

Abastecer com álcool é mais vantajoso em três estados, diz ANP

Etanol está mais em conta em São Paulo, Goiás e Mato Grosso.
Preço médio do álcool nos postos paulistas é de R$ 1,958 o litro.

O álcool voltou a ser mais vantajoso que a gasolina nos postos dos estados de São Paulo, Goiás e Mato Grosso, segundo levantamento realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) na última semana. Nos outros 23 estados e no Distrito Federal, ainda é melhor abastecer com gasolina.
Em São Paulo, o preço médio do etanol é R$ 1,958 o litro, enquanto a gasolina custa R$ 2,801 o litro. De acordo com estudo da ANP, o preço do álcool está em 69,90% do preço da gasolina (até 70% o etanol é competitivo). Em Goiás, a relação é de 68,18% e, em Mato Grosso, de 68,51%.
O motivo da redução dos preços do álcool neste três estados é a maior oferta do produto nos postos, provocada pelo avanço da safra 2011/2012.
A vantagem do etanol é calculada considerando que o poder calorífico do motor a álcool é de 70% do poder nos motores à gasolina. No cálculo, são utilizados valores médios coletados em postos em todos os estados e no Distrito Federal. Quando a relação aponta um valor entre 70% e 70,5%, é considerada indiferente a utilização de álcool ou de gasolina.